"Sou como uma flor, vivo morrendo do nada."

“Pensamentos me atormentam.
O silêncio me destrói.
A dúvida me tortura.
E suas frias palavras me cortam o peito.”

K. Shibahara.    (via o-bi-po-lar)

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Nada em mim é certo. Nadinha. Sou toda errada, sou o erro sem solução, sou errante e eu erro. Mas foi com meus erros que você aprendeu a me amar, e deve ser por isso que não me dá vontade de mudar de jeito nenhum.”

Thiara Macedo (sdpm)

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“Um abraço forte, daqueles que tirem o ar, arranquem uma dor e acalme um coração. Um beijo na testa, daqueles que demonstram carinho, arranca um sorriso e te faz sentir protegido. Quem não precisa?”

Jadson Lemos.  (via hifens)

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“Sempre fui de me doar. Ouvia, ajudava, consolava, me importava. E não foram poucas as vezes que, mesmo em segredo, eu deixava de pensar na minha vida pra ajudar os outros. Em segredo, explico, porque não acho que preciso de medalhas, prêmios ou troféus. Se eu faço, é de coração, sem esperar reconhecimento do outro. Mas, perdão, eu sou humana e sinto. O mínimo que a gente espera é gratidão. Aprendi que ela nem sempre aparece. Aprendi que às vezes as pessoas acham que o que a gente faz é pouco. Por tanto aprendizado, acabei descobrindo que é melhor eu cuidar mais da minha vida e menos da dos outros. Não quero morrer santa, quero morrer feliz. Então, a rebelião. Como assim? Onde ela está? Por que sumiu? Ai, meu Deus, como mudou. Não, eu continuo a mesma. Só que até o mesmo se transforma. E percebe que, guarde isso, ninguém vai andar ao seu lado. A gente aprende a caminhar sozinho, pode até ter o auxílio de alguma mão, um apoio, mas os passos são dados por você.No meio do caminho, entre acontecimentos, atalhos e força, você percebe que precisa abrir uma brecha para a fragilidade se instalar. E que chorar alivia a alma. Mais do que isso: abrindo a janela pra fragilidade é que você descobre o quanto de força ainda resta para seguir em frente.”

Clarissa Corrêa.    (via nevarias)

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“Talvez eu fizesse qualquer coisa por ela. Qualquer coisa para fazê-la feliz. Qualquer coisa para que ela continuasse sorrindo. Naquele momento, eu não fazia ideia de como era o amor, mas sabia que ele incluía ser e fazer alguém feliz. Logo eu, desajeitado demais para fazer alguém feliz. De qualquer modo, era essencial para mim, vê-la bem, isso iria me deixar bem. Pouco a pouco entendi que amar era cuidar e ser cuidado. Assim como ela fazia comigo todos os dias, apenas sorrindo.”

Orquestrando. (via alentador)

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